MULHER E SEU PAPEL NA IGREJA, UMA SIMPLES REFLEXÃO

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Meu texto de hoje se propõe à um recorte que fiz da leitura de uma das revistas Os Puritanos, do ano de 2001, que fala sobre a Mulher e a Autoridade sobre os homens:

“Uma mulher, por mais competente e talentosa que seja, jamais pode exercer a função de pai em uma família humana. Da mesma maneira que uma mulher, por mais competente e talentosa que seja, jamais será autorizadas a exercer a função de ‘pai’ na família de Deus. Ela, na verdade, tem permissão para exercer a função de ‘mãe’ na família de Deus (Sara, 1 Pedro 3.6) e os papéis indicados em 1 Timóteo 5.2, 3.11, 5.9-10, 14, Tito 2.3-5 e 2 Timóteo 1.5. Mas da mesma forma que os papéis de homem e mulher não são intercambiáveis nas famílias humanas, assim também não o  são na família da igreja.Com base na argumentação precedente, a restrição de Paulo quanto  aos papéis das mulheres em 1 Timóteo 2.12 são a consequência natural da analogia entre a igreja e a família humana. Da mesma maneira podemos aplicar os mandamentos, de ‘uns aos outros’ da  Escritura conforme o princípio de 1 Timóteo 5.1-2. Além do que, como sugeri acima, deveríamos interpretar e aplicar o episódio de Atos 18.26 nos termos de 1 Timóteo 5.1-2. Do modo como percebo, a visão que permitiria à mulher de ensinar à igreja reunida não enxerga a analogia de Paulo entre a família e a igreja, e permite, como resultado, que a mulher exerça de todas as maneiras, exceto pelo nome, a função de ‘pai’ na família de Deus. Tal visão é portanto um rompimento dos princípios fundamentais que governam os relacionamentos entre homens e mulheres na igreja.

O texto de 1 Timóteo 2.12 impõe restrições a duas atividades (ensino e governo), e não apenas uma delas (ensino autoritativo). Como tal, o texto não serve para apoiar o conceito de ‘ensino autoritativo’ frequentemente derivado dele. Além disso as instruções de Paulo em 1 Timóteo 5.1-2 vêm esclarecer o nosso entendimento quanto aos papéis da fala das mulheres de um modo geral, quando aos mandamentos de ‘uns aos outros’ e sobre a importância de Atos 18.26.

A emergente frequência com que algumas igrejas estão permitindo que as mulheres ensinem (preguem) sob a supervisão dos presbíteros está criando uma categoria de mulheres com função presbiterial de fato. Se a prática continua, as mulheres talentosas que ensinam à igreja irão, quase com toda a certeza, ensinar com tanta frequência quanto so presbíteros regentes, e possivelmente muito mais frequentemente que eles, e contudo vamos ter que continuar dizendo que elas não são presbíteros regentes.

As palavras do Pregador em Eclesiastes 3.7b resumem a doutrina de Paulo em 1 Timóteo 2.12 e versos correlatos: quando acontecer de se dar intrução, há um tempo para que as mulheres estejam caladas, e um tempo para que falem. E, coerentemente, confirmemos as mulheres como ‘mães’ na família de Deus, especialmente as dotadas dos talentos da fala, encorajando seus ministérios de ensino para com outras mulheres, e desse modo, mantenhamos os princípios que devem governar, das mesma maneira, a igreja e o lar.”

Reverendo Fowler White

Que possamos refletir nessas palavras e entender nosso papel como mulher cristã segundo o coração de Deus.

LARYSSA LOBO

https://www.facebook.com/laryslobo

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2 comentários

  1. O ensinar e o pregar não estão restritos à um púlpito ou plataforma, nem mesmo está a cargo único de um pastor. Quando a mulher se entrega ao papel de ensino da palavra, assim como, todo Cristão, ela está convocada a testemunhar sobre a própria salvação que é Cristo, o que é feito no púlpito é importante, mas é importante que seja feito fora dele por cada um de nós inclusive as mulheres. A mulher samaritana (João 4:9 – 30) leva a mensagem de Cristo a uma cidade inteira com seu testemunho, sim uma mulher é responsável por levar a palavra da salvação que ela recebeu do próprio Cristo, assim nós mulheres devemos fazer. Da mesma forma o papel da Mulher dentro da família, é o de auxiliadora de seu sacerdote, nesta função ela não apenas edifica a sua casa, mas participa em criar os filhos no caminho do senhor com sabedoria, orientada pelo próprio Deus. Quando Paulo fala de seu discípulo Timóteo, ele fala sobre a fé que ele foi ensinado por sua mãe e avó (2Tm 1.5) como uma referencia a importância delas na formação cristã de Timóteo.

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  2. (…) um homem entre mil achei eu, mas uma mulher entre todas estas não achei – Ec 7:28b.

    Nem a predominância de adjetivos masculinos na Língua Portuguesa nem a sociedade patriarcal em que vivemos serve tanto para provar essa ordem de Deus como: Jesus Cristo ter vindo em carne como homem.

    Também: A mulher foi feita por causa do homem (I Co 11:9) e depois do homem (I Tm 2:13).

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