Mulheres Puritanas

Vivemos em um mundo que trabalha contrario a nossa fé, em um país que segundo as estatísticas, tem um numero considerável de cristãos (evangélicos), no entanto, a presença desses cristãos tem sido uma vergonha para o Evangelho, a Bíblia tem sido desprezada, o Espírito Santo escarnecido e o Nome de Deus blasfemado. E as mulheres não estão isentas dessa crise, a superficialidade do evangelicalismo moderno tem produzido uma geração de mulheres analfabetas à fé que professam, doutrinadas pela indústria gospel e como consequência disso não sabem qual é o seu papel na sociedade, não conhecem o elevado chamado de Deus para suas vidas e as virtudes bíblicas que deveriam buscar cultiva-las em seus corações são consideradas arcaicas e devem ser evitadas a todo custo. O feminismo convenceu as mulheres de que o lar é uma opressão, enquanto que o ambiente de trabalho é o lugar ideal para se está, a realização de suas vidas.

Temos a intenção de mostrar para nossas irmãs a vontade de Deus e está revelada em Sua infalível, inerrante e suficiente Palavra, de que nosso Senhor nos deu o privilegio de participarmos da manifestação da Sua glória nesse mundo caído, que já foi julgado e esta com os seus dias contados, portanto que não tenhamos a tolice de colocar nossos afetos nas coisas desse mundo, mas que amemos a vontade do nosso Deus que é boa, agradável e perfeita para todos aqueles que O amam.

Mulheres Puritanas foram aquelas que viveram com excelência sua vocação em tempos passados e que tem muito a nós ensinar.

“O Desejo Sexual e a Garota Solteira (10 conselhos para a pureza)” por Colleen Chao

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Imagine guardar um leão naquelas bolsas de transporte para gatos… Por anos. Dia após dia, noite após noite, ele ruge, ele come (muito). A sua energia não tem fim… E ainda assim você o mantem preso.

Como uma garota solteira, nos seus 30 e poucos anos que, pela graça de Deus, se comprometeu a guardar o sexo para o casamento, eu frequentemente me sentia como esse leão aprisionado. Algumas vezes, minhas lutas físicas eram tão grandes, que eu me desesperava; a longa e intensa luta pela pureza, numa cultura sexualmente saturada, parecia impossível. E enquanto havia um diálogo constante sobre as lutas e tentações sexuais masculinas, havia um estranho silêncio quando se tratava de mulheres. Será que eu era parte homem, ou isso também acontecia com as mulheres?

Contudo, quanto mais eu me abria e dividia minhas lutas com outras mulheres solteiras, mais eu percebia que eu realmente era normal e em boa companhia. Então por que não havia ninguém falando sobre isso?

Ou, talvez, a pergunta principal seja por que nós queremos lutar por pureza sexual quando nossos desejos parecem tão naturais e bons – e tantas vezes parecem muito fortes para serem controlados?

Cristo é melhor

Se eu posso testificar alguma coisa, é que eu vi que Cristo é maior que meus desejos sexuais.

Eu nunca esquecerei a conversa que tive com um colega de trabalho agnóstico que, mais uma vez, estava me cobrando por eu não dormir por aí. (Importante dizer que eu nunca dei informações sobre mim no meu trabalho, mas acho que todo mundo já havia descoberto, baseado no meu estilo de vida). A conversa terminou comigo dizendo, “Eric, Jesus é melhor que sexo”. E pelo modo com que ele olhava para mim, eu podia ver que ele desesperadamente queria saber que aquilo era verdade.

Acho que todos nós queremos saber que isso é verdade. Se o sexo é a melhor coisa da vida, o maior prazer que podemos experimentar, estamos em apuros. Sim, sexo é maravilhoso! Desse lado do casamento, posso testificar que Deus criou algo muito bom e prazeroso. Mas nem se compara com os infinitos prazeres que temos em Deus.

Deus criou o sexo, e então nos disse para nos alegrarmos nele apenas dentro do contexto do casamento entre um homem e uma mulher; então se ele nos faz esperar um tempo penosamente longo para isso, Ele está (misericordiosamente) nos ensinando a conhecer nossos mais profundos desejos somente nele. Isso é fácil de dizer; incrivelmente difícil de viver.

De fato, é impossível de viver. Algumas vezes minha luta contra a tentação me levou ao fim de mim mesma e me lembrou que “Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão a ti somente” (Salmos 16:2). Eu não podia me gloriar na minha própria força; eu estava profundamente consciente de que o próprio Deus me sustentava e que aparte dele eu rapidamente perderia a batalha.

Ouvindo as suas promessas

Durante aqueles longos anos de solteira, foi aqui que o bicho pegou.

Eu me lembro de ficar batendo no meu travesseiro, chorando angustiosamente, até mesmo gritando, quando a carne parecia muito forte para lutar contra por mais um dia. Mas eram nesses momentos desesperadores que eu via que Deus era exatamente aquilo que ele afirmava ser. Foram nas trincheiras da luta carnal que eu aprendi a confiar nas palavras do meu Comandante.

E Sua Palavra diz que Ele me faz conhecer o caminho da vida, na sua presença há plenitude de alegria, e à sua destra, delícias perpetuamente (Salmos 16:11).

Então, como uma mulher solteira pode andar na sua plenitude de vida e alegria em meio à frustração sexual? Essas são algumas das coisas que me ajudaram:

Memorize e medite na Escritura.
Não consigo enfatizar isso o suficiente. A Palavra de Deus me fortaleceu, sustentou, condenou, encorajou e mudou. A não ser que estejamos constantemente na verdade, nós facilmente cairemos em mentiras.

Seja responsável.
Continue falando! Seja aberta e honesta a mulheres cristãs, seguras e sábias na sua vida. Quando o pecado é levado à luz, ele perde o seu poder e para de condená-la. (E você pode se surpreender em quantas mulheres ao seu redor podem se identificar com sua luta!).

Se exercite e coma bem.
Corra ou faça pilates ou aula de dança. Alimente seu corpo com coisas boas. Assistir a filmes românticos bobos e comer bolo de chocolate não vai ajudar na causa.

Sirva outros.
Transfira suas energias frustradas em cuidado pelas pessoas que lhe rodeiam. Mande uma mensagem encorajadora para alguém que está sofrendo hoje. Sirva uma refeição na sua casa. Entregue café para uma mãe que está em casa com várias crianças.

Não compare.
Não fique olhando para o que os seus amigos casados tem. Os desafios e sofrimentos deles são diferentes. Deus sabe como fazer com que nós necessitemos desesperadamente dele de formas bem diferentes.

Não se importune com os problemas do amanhã.
Deus deu graça abundante para hoje. “Eu vou ficar solteira para o resto da minha vida!”, não diga isso…

Faça um balanço da sua dieta cultural.
Avalie e reavalie seus hábitos, filmes que assiste, as músicas que ouve, as roupas que veste. Você está alimentando ou deixando morrer de fome a luxúria da sua carne?

Defina limites úteis com homens – por você e por eles.
Sair sozinha com um homem nunca me ajudou; normalmente incitava desejos desnecessariamente.

Mantenha um coração agradecido.
Não consigo descrever o quanto essa é uma ferramenta poderosa. Agradeça a Deus por tudo o que você possa imaginar, pequenas ou grandes. É como se fosse uma cirurgia cardíaca instantânea!

Lembre-se da benevolência e da bondade de Deus.
Resistir à tentação sexual por algum período prolongado de tempo pode travar uma guerra contra a nossa crença sobre Deus. Ele é mau, injusto, desinteressado? Por que toda essa angústia para obedecê-lo? Mas conforme I Pedro 4:12, não deveríamos estar surpresos com as provas de fogo que encaramos nessa vida. A melhor notícia desse mundo não é que somos poupados da dor, mas que somos infinitamente amados e perdoados (então nossa dor tem propósito).

Na sua bondade, Deus veio ficar conosco na forma de Jesus, para nos libertar da escravidão do pecado. E não apenas para nos libertar, mas também para se solidarizar com nossa fraqueza. Ele é sensível às nossas lutas e fracassos, e ele é por nós – sempre trabalhando para o nosso eterno bem.

Querida, há tanto em jogo na nossa batalha pela pureza. E se você estragou tudo, bem-vinda ao clube. Cada um de nós está aquém da pureza de Deus de uma forma ou de outra, e todos nós precisamos desesperadamente da sua graça.

Continue voltando ao Amor da sua alma. Continue lutando e confiando pelo poder do Espírito, que está trabalhando dentro de você. Deus é bom e o que ele faz é bom (Salmos 119:68). Enquanto eu reflito nos meus trinta e quatro anos antes do casamento, fico atordoada com a bondade de Deus para comigo, mesmo quando – não, especialmente quando – isso me levou ao fim de mim mesma.

Qual seria uma promessa ou hábito que você poderia aplicar à sua própria luta pela pureza? Que parte da sua luta te deixou se sentindo isolada? Como você pode buscar o encorajamento e a responsabilidade essa semana?

 

 

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Este post publicado originalmente no site “Revive Our Hearts”, traduzido e re-publicado com permissão.
** Colleen Chao casou-se aos 34 anos. Ela mora na Califórnia com seu tão esperado marido e filho.

*** Tradução: Sara Mendonça

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A necessidade dos invernos

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“Antes que a tentação venha, pensamos que podemos caminhar sobre o mar, mas quando os ventos sopram, sentimos que começamos a afundar e ainda assim isto não nos traz nenhum bem? Não poderíamos viver sem tais mudanças da mão de Deus sobre nós. Nossa natureza carnal cresceria excessivamente se não tivéssemos nossos invernos no tempo apropriado. Sabe-se que em alguns países as árvores crescem, mas não produzem frutos pois não há inverno ali.” (John bunyan) 

O pregador John Bunyan, nos traz uma lição bastante preciosa sobre os invernos em nossa vida, é algo bastante difícil de falar no nosso cenário atual onde o evangelho pregado não tem Cruz e sim apenas felicidade e prosperidade, o que não quer dizer que não seremos felizes ou prósperos com Deus, mas, é importante compreender que não é só disso que o homem deve viver. 

Existem momentos maus na vida do crente, existem desertos e não é porque está em pecado como alguns costumam afirmar. Bunyan, comparou os momentos difíceis a invernos, porque o inverno é frio, escuro, cinza e solitário, quando começa a chover todos correm para os seus abrigos, já reparou que quando você vive uma ‘’chuva’’ muitas pessoas fogem de você e buscam seus próprios abrigos? É de fato isso que Deus quer que façamos? Que nos afastemos dos irmãos em seus invernos?  

“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos. “ (João 15:13) “Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade. ” (Romanos 12:13) 

 “Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia.“ (Hebreus 10:25)  

A Bíblia nos instrui claramente que devemos apoiar os nossos irmãos, encorajar, orar por eles.  Afastar-se é um erro, é um pecado, somos irmãos em Cristo e temos por obrigação apoiar os nossos irmãos necessitados. Outro ponto importante, é o fato de que os invernos são de Deus.  

“Estabeleceste todos os limites da terra; verão e INVERNO tu os formaste. ” (Salmos 74:17)  

O salmo nos mostra que tudo foi feito por Deus, em alguns países o inverno é algo quase insuportável, o frio é enorme, e é algo criado e estabelecido pelo próprio Deus, não é diferente em nossa vida, o verão é bom e é criado por Deus e o inverno também. Precisamos tirar da cabeça que só aquilo que é bom foi criado por Deus, pense que Ele tem o poder e controle sobre TUDO!  

“E bem pode ser que fique convosco, e passe também o INVERNO, para que me acompanheis aonde quer que eu for. ” (Coríntios 16:6)  

O inverno também pode ser um lugar de conhecimento, o apóstolo Paulo fala a igreja de Corinto que talvez ficasse com eles durante o inverno, afim de ensinar-lhes mais sobre a palavra do Deus vivo, então, às vezes o inverno em nossa vida pode ser apenas para um período de maior conhecimento da palavra de Deus, de aprofundamento, de maior constância na leitura Bíblica, ou de novos meios de aprender.  

“Saibam, pois, em seu coração que, assim como um homem disciplina o seu filho, da mesma forma o Senhor, o seu Deus, a disciplina. “ (Deuteronômio 8:5) 

 “Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, assim como o pai faz ao filho de quem deseja o bem. ” (Provérbios 3:11-12) 

 “Quando, porém, somos julgados pelo Senhor, estamos sendo disciplinados para que não sejamos condenados com o mundo. ” (1 Coríntios 11:32) 

Sim, o inverno também pode ser um local para disciplina, como podemos ver nos versos acima e nas palavras e John Bunyan, se não fossemos disciplinados quando necessário, seríamos condenados, pois nosso ego inflaria a tal ponto de pecarmos constantemente contra Deus. Nossa natureza inclinada ao pecado nos leva a deixa-lo de lado, mas Deus sempre estará do nosso lado e por esse motivo nos disciplina, assim como um pai disciplina o seu filho. Pense comigo, quando seu filho (a) comete um pecado como o da mentira, você o castiga, correto? Pois dessa forma ele não mentirá novamente, e isso fará bem para ele no futuro, ele poderá não gostar do castigo recebido naquele momento, mas ao se tornar adulto saberá que aquele castigo foi extremamente correto e apropriado. Valorize seus invernos pois é prova do amor de Deus, absorva lições preciosas dele, assim como as pérolas mais raras do fundo do mar.  

Deus estará com você em seu inverno. Essa afirmação é mais que um conforto é uma certeza, José do Egito teve invernos, mas se mantendo firme e confiante, pois sabia que Deus o amava e estava com ele, dentro do fundo do poço ou encarcerado, Deus estava com ele! E essa certeza sustentava a vida de José. Jó perdeu tudo, mas jamais amaldiçoou a Deus, ele sabia que tudo que ele tinha era de Deus, Deus o deu e Ele mesmo o tomou, sua confiança no SENHOR não foi abalada, ele sabia que Deus estava com ele e por fim Deus o deu muito mais do que poderia imaginar. Não desconfie da presença do Deus Pai em seus invernos, tente enxerga-lo em tudo e ajude aqueles que não conseguem ver dessa forma. Deus é soberano e mantém controle sobre tudo, por qual razão Ele descuidaria da sua vida? 

 “Quando vierem nuvens sobre os nossos espíritos, escutemos, pois Deus falará. A voz falará nessa hora como jamais pudera falar, porque a nuvem esconde todas as coisas, e nos deixa a sós com Deus. ” (Stanley Jones)  

Ouça a voz de Deus, entenda o que Ele quer te ensinar em seu inverno para que você possa aflorar na primavera.  

 

Rebeka Cavalcante. 

LUGAR SECRETO

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O momento particular de oração deve ser algo que nos encha de gozo e paz e realizado com a mais profunda devoção e fervor. Mas nem sempre é assim que acontece. A frieza toma conta dos nossos corações e nos sentimos fatigadas e indispostas. Isso porque, em nossa velha natureza, há uma resistência contra a convivência próxima a Deus. Embora a nova natureza (criada pelo Santo Espírito, na regeneração) aprecie o momento de adoração e deseje ansiosamente estar com Deus, preferimos fazer qualquer outra coisa e nos envolver em qualquer distração, em vez de buscarmos o momento de comunhão com o Senhor. Assim, quando chega o momento designado para a oração, inventamos desculpas como: “Nossa! Estou tão cansada! O Senhor entende, não é, Deus?”, “Puxa, tenho tantas coisas para fazer! Acho que não tem problemas se eu deixar pra orar só à noite”, “Senhor, estou tão perturbada que só quero dormir. Amanhã a gente conversa”. Nossa carne é muito competente em criar situações para nos afastar da convivência íntima com Deus! No entanto, o momento de intimidade é algo que interessa tanto a Deus quanto à nossa vida espiritual.

Nosso Deus está sempre nos chamando para estarmos a sós com Ele porque, além de nos salvar, Ele nos adotou: somos Seus filhos, objetos do Seu amor paternal. O momento de oração deve ser, antes de tudo, o momento de comunhão com Deus, de dizer que você podia estar fazendo qualquer outra coisa, mas preferiu estar ali (porque Ele é o mais importante em sua vida), que nada nesse mundo te traz mais alegria e prazer do que estar em profunda e doce comunhão, e que estar com Ele é o melhor momento do seu dia. O ativismo do nosso tempo, somado com as corrupções de nossos corações, lutará contra nossa alma para nos afastar dos exercícios espirituais. Precisamos, então, nos disciplinar para não negligenciarmos o lugar secreto com o Pai -Ele estará lá nos esperando todos os dias. Mas se desprezarmos a Sua companhia, Ele nos corrigirá escondendo a luz de Sua face de nós e nos deixando por algum tempo cambalear nas trevas, até percebermos que Ele nos basta.

Muitas vezes, ficamos fascinadas pelas coisas visíveis deste mundo e tão atraídas pela feira das vaidades – coisas que nossa carne clama com violência para ser atendida e que são tão prejudiciais para nossa alma, que tornam nossa vida espiritual frágil e sem forças para nos aplicar vigorosamente naquilo que agrada o “homem interior”. Daí, torna-se tão difícil usar nosso tempo para ficar a sós com Deus. Precisamos desesperadamente deixar o barulho dos nossos dias, os apelos constantes das multidões, a atração do entretenimento e usar nosso tempo para nos esconder em Deus, no lugar onde ninguém nos vê somente Nosso Pai (Mt. 6.6). Pois a alegria, a força, o conforto e o poder de nossa vida espiritual dependem da vida secreta com Deus.

Sonaly Soares

http://www.facebook.com/sonalyteo.ref

A MULHER CRISTÃ CONTRA O MUNDO

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Todos concordam que a macro cultura ocidental é responsável pela degeneração dos valores contidos no Evangelho, valores estes destinados à sociedade em geral. A invenção do ateísmo no século XIX demonstra até onde vai a depravação humana contra Deus conforme revelado na carta de Paulo aos Romanos, capítulos um e dois. Nesse mórbido contexto encontramos o que considero a mais nojenta ação humana contra a Lei divina: a relativização dos princípios imutáveis das Escrituras que adéqua o Evangelho às insanidades culturais. O sentido contrário é que deveria ser a regra: o Evangelho se impondo ao mundo. Um exemplo disso é o papel da mulher na família e na sociedade. Antes de tudo quero reiterar minha total repulsa ao pecado do machismo onde o homem se acha no direito de apequenar a mulher diante da auto-afirmação masculina. Machismo é pecado e fere princípios básicos de relacionamentos conforme Gálatas 3:28 e Efésios 5:21 a 33, para citar apenas dois textos sagrados. Da mesma forma, o pecado do feminismo (aliás, todo “ismo” é pecado quando se coloca no lugar de Deus e da sua Lei) tem se alastrado mundo a fora, e a igreja, que caminha na retaguarda, tenta se adaptar em nome da política da boa vizinhança. Fico estarrecido como o lugar funcional da mulher, segundo o mundo, está contaminando as igrejas, ruindo com a vontade de Deus. Vale lembrar que a família, segundo o Criador, é o microcosmo paradigmático ao mundo, isso mesmo, o lar cristão é o modelo para a igreja em geral e para a sociedade como um todo. Nesse sentido, quero refletir rapidamente sobre o papel da mulher crente na família, igreja e sociedade, Precisamos repensar qual é o modelo de Deus para a mulher nos dias de hoje. Vejamos três itens: 1. A mulher deve criar os filhos e ser boa dona de casa: Eu sei que a sensação das pessoas que lêem um subtítulo como este é de desconforto e até mesmo indignação. Mas é exatamente isso que Paulo recomenda a Timóteo em seu ensino e pastoreio às mulheres: “Quero, portanto, que as viúvas mais novas se casem, criem filhos, sejam boas donas de casa e não dêem ao adversário ocasião favorável de maledicência.” (1 Tm 5:14) Embora a recomendação seja às jovens viúvas, o princípio aplicado é geral. Toda mulher cristã deve saber administrar o lar, conduzindo-o ordeiramente. É uma lástima ver que tantas médicas, engenheiras, advogadas, psicólogas, secretárias, executivas, etc, são incapazes de cozinhar, passar, proporcionar e manter sua casa limpa e bem cuidada. Tais mulheres descumprem uma ordem clara do Evangelho quanto ao seu papel no lar. Pior quando não dispõem de tempo para cuidar de seus filhos. Podemos concluir que uma mulher cristã que não é boa dona de casa, é uma esposa/mãe antibíblica. 2. A mulher deve se sujeitar ao marido: Este é outro princípio que foi corroído pelo pecado social. O princípio de autoridade é claro em sua determinação funcional, lembrando que este princípio foi estabelecido pelo modelo da criação (1 Tm 2:9–15). Paulo fala claramente sobre isso a Tito no tocante ao ensino e pastoreio: “Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada.” (Tt 2:3–5) O motivo da submissão é simples, para que as Escrituras não sejam difamadas. Todavia, é triste assistir à imitação (por parte da igreja e de seus lares) dos modelos sociais que até colocam uma mulher no lugar de maior autoridade da nação. Se alguém duvida desta distorção, basta ver os cargos que as mulheres estão exercendo nas igrejas locais, e não me refiro às “pastoras”, “presbíteras” ou “episcopisas” (vulgarmente chamadas de “bispas”), eu me refiro aos púlpitos e às salas de aulas repletas de varões como alunos que possuem uma mulher à frente. Eu me refiro também ao cargo de presidência das sociedades domésticas e dos ministérios cujo rol inclui o gênero masculino.

São sutilezas amainadas pela contextualização secular. Paulo é enfático neste assunto ao ensinar que qualquer atitude que coloque em cheque a autoridade do homem sobre a mulher, por mais simples ou inofensiva que possa parecer, deve ser radicalmente banida. Ou seja, se em uma cultura, a mulher coloca em jogo a autoridade do marido pelo simples ato de perguntar algo em público na igreja, então ela deve permanecer calada e fazer perguntas somente em casa (1 Co 14:34,35; 1 Tm 2:11–15). É bom lembrar que as solteiras e viúvas devem possuir um homem que exerça autoridade sobre a sua vida. Esse alguém pode ser o pai, o irmão mais velho, o pastor, etc. 3. A mulher deve ser recatada em seu traje: Esse assunto é complicadíssimo dentro da igreja. Sempre tenho ensinado ao meu rebanho que a mulher deve ser atraente, mas nunca sensual. O problema é que quanto mais as roupas diminuem de tamanho, comprimindo o corpo, mais a igreja se adapta a isso. É deprimente ver mulheres crentes vulgarizarem o corpo numa calça saint-tropez, numa blusa curta de alcinha, num vestido apertado que marca a roupa íntima ou numa mini-saia que mais revela do que esconde. Quanto a isso temos: “Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas).” (1 Tm 2:9,10) O que Paulo está dizendo é que nenhuma mulher crente pode se vestir como as vulgares ou prostitutas da sociedade. Isso deve ser um imperativo numa sociedade que sexualiza crianças de até quatro ou cinco anos de idade. Será que esses itens supracitados chocam a nossa mente? A impressão que deixam é que são estruturados no radicalismo intransigente e arcaico? Em minha opinião, se alguém que se diz crente pensa assim é porque está longe do padrão da Palavra de Deus. Além do que, a própria sociedade laica deveria seguir este modelo na íntegra por se tratar de um padrão divino a todos. Muitos cristãos têm se levantado contra as leis que favorecem a união homossexual ou contra a PLC 122/2006 ou outras decisões que escandalizam e golpeiam o coração e a mente do fiel. Tais lutas são legítimas e coerentes com o espírito do Evangelho. Mas eu creio que o problema na igreja é muito mais sutil e muito mais profundo, age como um câncer silencioso e assintomático que corrói a igreja por dentro. E nisto muitos estão em silêncio ou simplesmente estão de acordo.

Reafirmo que a família cristã é o modelo para a igreja que, por sua vez, é o correto modelo para a sociedade. Nós é que deveríamos estar na vanguarda sem abrir mão dos valores divinos. Mas o que percebemos é que as igrejas estão no final da fila tentando se adaptar ao mundo, ao mesmo tempo em que correm lamentavelmente atrás do prejuízo. Que Deus nos fortaleça em nossas convicções e que a sua misericórdia continue pairando sobre nós. Sola Scriptura.

Fonte: E a Bíblia com isso?

 

O feminismo está rindo do Nosso Deus

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O gigante estava no morro rindo do povo de Deus. “Se vocês são os filhos de Deus, saiam e lutem comigo.”

Como se atreve aquele gigante zombar dos filhos de Deus. Como ele ousa chamá-los de “gafanhotos” e dizer que ele iria esmagar e dá-los de comida aos pássaros. Onde estavam os guerreiros para se levantar contra ele? Onde estava o povo de Deus? Por que eles estavam permitindo que este pagão falasse tão desafiadoramente contra o único verdadeiro Deus?

Finalmente, um simples menino falou. “Vou lutar contra o gigante!”

E com essas cinco poucas palavras o acampamento ficou em silêncio incrédulos

“Ele é apenas um garoto … aquele gigante vai matá-lo”, sussurrou os soldados e guerreiros.

O garoto não se importou. Ele sabia que Deus estava do seu lado. Ele sabia que Deus iria lutar por ele e para ele. Ele não tinha medo. Ele confiava que o que Deus disse era verdade.

David não recuou, em vez disso, ele corajosamente proclamou: “Quem é este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?”

Quando Golias viu Davi ele riu e zombou dele. Davi se moveu. Ele olhou direto nos olhos de Golias e disse: “Você vem contra mim com espada e com lança e com um dardo, mas eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem você desafiou. Neste dia o Senhor te entregará na minha mão, e eu vou te atacar e cortar sua cabeça. ”

David foi ousado, porque ele sabia que o Senhor iria lutar por ele.

Bam! Um tiro perfeito.

O gigante caiu no chão. O menino puxou a enorme espada do gigante e cortou-lhe a cabeça. O povo de Deus prevaleceu graças à fé de um simples menino pastor.

O grande gigante em nossa geração.

Quantos de vocês já leram essa história em suas Bíblias? Essa é a história de Davi e Golias. Eu não posso te dizer quantas vezes eu já li, ouvi ou assisti a essa história.

Mesmo que eu tenha lido essa história dezenas e dezenas de vezes, ela me bateu de uma forma totalmente nova na semana passada.

Percebi que Davi não se intimidou com o tamanho de Golias. Ele não se importava quem Golias era, de onde veio ou o que força Golias possuía. Davi fixou os olhos em Deus e em comparação à Deus Golias pareceu ser uma pulga.

Temos um Golias zombando do nosso Deus de forma maciça. O nome dela é feminismo.

Ela está em pé sobre o morro rindo de nós por muito tempo. É hora de fazer o que Davi fez. É hora de levantar-se para o feminismo e dizer “Basta!”

Quando reli a história de Davi e Golias eu imediatamente coloquei o feminismo no rosto de Golias. Assim, muitas das ideias feministas modernas são literalmente uma zombaria na face de Deus.

“Identidade de gênero? Isso é uma coisa do passado. “

“Funções no casamento? Ha! Apenas para os fracos e sem inteligência. “

“Mulheres e submissão? Você só pode estar brincando … “

“Só capachos ficam em casa. Saia e comece uma vida. A carreira é muito mais valiosa do que a família. “

E é assim que o gigante feminista ri e zomba nosso Deus. Onde estão as pessoas de Deus? Principalmente se escondendo com medo, assim como os israelitas.

É hora de pegar nossas pedras e apontá-las diretamente para a testa do feminismo. Nós temos nos escondido e sido atormentados por muito tempo. Nós, assim como Davi, conhecemos as verdades de Deus. Podemos ler a Bíblia, ter consciência e ver que a maioria das ideias do feminismo não coincidem com as Sagradas Escrituras.

Então, por que nos sentimos intimidados diante dos nossos colegas, professores, amigos e vizinhos, a então lutar por aquilo que sabemos que é verdade? É porque nós estamos olhando para o gigante e não para Deus. Nossos olhos estão fixos na pessoa errada.

Se realmente confiamos em Deus para ser tudo o que Ele diz que é, nós corajosamente devemos nos levantar e viver o projeto de Deus para nós, como mulheres. Estaríamos sendo apenas como Davi. Nós não iríamos ceder à pressão dos pares dos maiores e mais fortes do que nós. Nós não iríamos ceder as pressões da cultura dos Estados Unidos para ser uma determinada maneira.

Gostaríamos de lutar pelo desígnio de Deus para as mulheres, porque nós sabemos que os caminhos de Deus são os melhores. Gostaríamos de lutar para sermos mulheres segundo a vontade de Deus, porque sabemos que Deus está trabalhando em nós e por nós.

Gostaríamos de rejeitar as ideias influentemente esmagadoras do feminismo, porque nossas mentes estão fixas em nosso Criador.

Como viver a feminilidade definida por Deus em uma cultura feminista

Eu percebo que um estilo de vida definido por Deus é muito difícil e, muitas vezes realmente confuso. Vou deixar vários links para posts do nosso blog que irá mostrar-lhe especificamente como viver isso. (Os links são de textos em inglês, que desejo traduzir em breve).

(Qual é o propósito de ser uma garota? – LINK: http://www.girldefined.com/purpose-girl)

(Igualmente valiosos, Propositadamente Diferentes – LINK: http://www.girldefined.com/equally-valuable-purposely-different)

(Igualdade com os homens – O que não significa uniformidade – LINK: http://www.girldefined.com/equality-guys-sameness)

Se você estiver disposto a se levantar contra a gigante do feminismo e abraçar a feminilidade definida por Deus, não há como dizer como Deus pode usar você. Davi saiu na fé, na confiança de que o que Deus disse era verdade e, finalmente, matou o gigante.

Você vai se juntar a nós para rejeitar o gigante feminista na nossa cultura e abraçar o desígnio de Deus para você como uma mulher?

TRADUZIDO E EDITADO POR LARYSSA LOBO
https://www.facebook.com/laryslobo

Este post é uma tradução de um artigo de Bethany Baird publicado originalmente no Blog “Girl Defined”, traduzido e publicado em Português. Link Original: http://www.girldefined.com/feminism-laughing-god

VOCÊ ESTÁ CERCADA DE MENTIRAS

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Quando a serpente contou a primeira mentira da historia a Eva e daí seguiu-se a queda dos nossos primeiros pais (e com eles todos nós), começou a ser construído um mundo de ilusões orquestrado pelo “príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência” (Ef. 2.2), uma engrenagem que tem como combustível toda inconformidade com a Lei de Deus, ou seja, o pecado, que depois da Queda passou a constituir a natureza de todos os degradados filhos de Adão. De lá pra cá a humanidade arruinada tem comprado as mentiras vendidas pela antiga Serpente, o diabo, com a promessa de que terão o que perderam no Éden: a felicidade. Para nós mulheres esse pacote de mentiras vem sendo direcionado a diversos aspectos, mas observaremos apenas dois, os quais parecem ser os mais comuns e abrangentes:

APARÊNCIA FÍSICA: Embora o conceito de beleza seja cultural e temporal o desejo de ser bela é algo que pode ser visto universalmente nas mulheres de todas as épocas que sempre tiveram especial preocupação com a aparência e se submeteram a muitos sacrifícios para alcançarem o ideal de beleza no contexto em que viveram. No período da renascença as mulheres ricas arrancavam os cabelos da parte frontal da cabeça para ficar com testas maiores e bem arredondadas, o que era considerado primoroso para a sociedade europeia daqueles dias. Nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, na China, as meninas da alta classe social tinham seus pés enfaixados para que ficassem entre sete e dez centímetros de comprimento, pois esse era o tamanho de pés valorizados e considerados encantadoramente femininos, mas aleijavam seus pés para sempre. Na Inglaterra durante o século XVII era comum às mulheres obesas recorrerem à sangria, na época vitoriana o sonho de beleza era uma cintura de quarenta e seis centímetros e para isso as mulheres usavam espartilhos tão apertados a ponto de deslocarem órgãos internos. Já nos loucos anos vinte, as jovens ocidentais enfaixavam os seios, pois a moda era um busto achatado e nos anos trinta engoliam um verme de nome cientifico tênia, mas conhecido popularmente como solitária, para terem uma pele de porcelana ¹. Tudo isso nos parece tão grotesco até nos lembrarmos de que em nossos dias de alta tecnologia, mulheres injetam uma espécie de gel aquoso (conhecido como hidrogel) nas pernas para ficarem torneadas ou implantam próteses de silicones nos seios ou bumbum para aumentar o tamanho, ou ainda se submetem há um procedimento conhecido como lipoaspiração, onde através de tubos cirúrgicos é aspirada a “gordura localizada” em determinadas partes do corpo, mas é claro que essas coisas não nos espantam porque já inculcaram na nossa cabeça que são necessárias para se alcançar o corpo que nossa sociedade cultua. Todo o tempo, dinheiro e esforço em demasia, que dedicamos para ter a aparência que a cultura estabeleceu como desejável, mostra que realmente acreditamos em uma grande mentira, a de que a beleza física nos fará mulheres felizes e realizadas se a tivermos, mas essa mesma cultura não nos ensina que a beleza dos atributos físicos tem prazo de validade, e isso porque essa verdade nos levará a perceber que não vale a pena investir a vida em algo que não possui importância real. Não é pecado querer ser bonita, o pecado pode encontrar-se na motivação para tal, por exemplo, se você busca a beleza física como meio para o apelo sexual, causar inveja nas outras mulheres ou ser o centro das atenções, isso é errado aos olhos de Deus, mas se você busca aquela beleza discreta e comedida que reflete piedade e pureza em sua aparência, então isso é agradável a Ele. A única beleza que pode realmente nos trazer alegria e contentamento é a beleza de uma vida santa, que bem faremos se a buscarmos com toda dedicação e zelo, é claro que isso não exclui os cuidados com nosso corpo e nós devemos sim ter uma alimentação saudável, fazer exercícios físicos, usar roupas bonitas, tratar dos cabelos e etc., mas não se deixe enganar, porque não é por estar dentro dos padrões de beleza da nossa cultura que você vai ser uma mulher verdadeiramente feliz.

RELACIONAMENTO AMOROSO: A idealização proposta pela nossa cultura ao amor romântico tem descaracterizado o objetivo do relacionamento conjugal, nos ensinando que a relação matrimonial com um homem deve ser um “mar de rosas” onde só teremos alegria e prazer, que o homem perfeito para nos relacionar é aquele que faz todas as nossas vontades, cedendo aos nossos caprichos e nos tratando como deusas. A ideia predominante é a de que o objetivo do casamento é nos fazer feliz e então casamos com a expectativa de que o nosso cônjuge nos dê a felicidade, colocamos essa tremenda responsabilidade em cima de um pecador, cheio de defeitos e sem nenhuma capacidade para cumprir tal tarefa. Essa é mais uma grande mentira que nos cerca e que acreditamos piamente, tanto que há mulheres que se sentem extremamente infelizes porque ainda não casaram, vivem amarguradas e desperdiçam os dias de solteira reclamando e cultivando sentimentos de inveja e frustração em seus corações, isso acontece por elas realmente acreditarem que só o casamento irá fazê-las felizes. Mas a verdade é que depois da Queda, na vida “debaixo do sol”, Deus tem chamado pecadores regenerados para viverem a aliança do casamento caminhando juntos rumo à perfeição, crescendo na semelhança de Cristo, em meio aos defeitos e falhas do companheiro, exercitando o perdão, a paciência, a bondade e é claro o amor. Então, se você realmente deseja se unir a um homem pelo pacto do matrimônio, faça isso pelos motivos certos, pois se você não é feliz agora enquanto é solteira, você também não será quando casar, porque a nossa felicidade é Deus, mas nosso coração enganoso, o diabo e o mundo se empenham para nos fazer acreditar que seremos felizes em termos qualquer coisa menos Deus. Tenha cuidado, esteja sempre vigilante para que em seus relacionamentos Deus seja tudo em todos, o que passar disso é idolatra.

Embora essas não sejam as únicas mentiras que nos rodeiam, parecem ser as que têm tido um efeito de maior proporção, mobilizando as mulheres a buscarem com afinco essas coisas que só terão valor se forem feitas debaixo do sorriso de Deus que se agrada na beleza e no casamento, mas quando são feitos para Sua glória, pois lembre-se de que tudo nesta vida não é sobre você, mas sobre Deus, até sua beleza e seu casamento.

Sonaly Soares 

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1 Informações citadas no livro Mulher Cristã: repensando o papel da mulher à luz da Bíblia de Nancy Leigh DeMoss. Pgs 38,39

TORNANDO-SE ESTER

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“Em chegando o prazo de cada moça vir ao rei Assuero, depois de tratada segundo as prescrições para as mulheres, por doze meses (porque assim se cumpriam os dias de seu embelezamento, seis meses com óleo de mirra e seis meses com especiarias e com perfumes e unguentos em uso entre as mulheres), então, é que vinha a jovem ao rei…” Ester 2:12-13

Eu sempre fico abismada com o tipo de preparação que a futura rainha Ester teve que passar antes que fosse apta para se apresentar ao rei Assuero. Alguma de nós estaria disposta a passar por doze meses de tratamento de beleza antes de conhecer o homem dos nossos sonhos? É provável que não, mas imagine a possibilidade. Um ano separado para apenas um único propósito: Se tornar tudo o que você for capaz de ser para aquele a quem você mais ama. Tempo precioso para cultivar beleza, fazer investimentos em educação e etiqueta, fortalecer virtudes e construir caráter.

A preparação de Ester me lembra daquele precioso tempo entre o despertar do desejo no coração de uma jovem mulher de compartilhar sua vida com um companheiro e o momento de subir ao altar. Para muitas, esse tempo de preparação é visto como nada mais que um tempo de espera. Mulheres solteiras freqüentemente vêem a si mesmas como sentadas na prateleira enquanto a vida passa por elas, ou sentadas no banco enquanto outras jogam. Não percebem que estão desperdiçando o período mais importante de suas vidas, estão privando a si mesmas de grande alegria e recompensa, estão privando seus futuros maridos de uma mulher mais virtuosa e estão privando a Deus de uma serva através da qual Ele deseja fazer coisas grandiosas.

Assim como Ester teve que estar preparada antes que pudesse ser rainha de um reino inteiro, a mulher também deve estar preparada antes que possa embarcar em um dos mais importantes e difíceis chamados na vida: O matrimônio e a maternidade. Ester teve que aprender os costumes do reino em que vivia, teve que aprender as práticas da vida na corte e os desafios intelectuais, emocionais e espirituais da posição superior. Para simplificar, Ester tinha que ser convertida de uma jovem moça a uma rainha antes mesmo que ela pudesse ter o título e exercer o papel. Da mesma forma, a mulher cristã solteira deve aprender os costumes do Reino dos Céus antes mesmo que se una àquele que Deus está preparando para ela. Ela deve estar preparada intelectualmente, emocionalmente e espiritualmente, não por um oficial do tribunal em algum templo pagão, mas pelo próprio Deus, sua Palavra e outras mulheres de Deus que foram preparadas antes dela.

O celibato não é um desperdício de tempo ou uma condenação a ficar sentada no banco, mas um tempo que Deus separou especialmente para fazer da mulher o que Ele quer que ela seja, e usá-la de formas que poderiam ser impossíveis após o casamento. O celibato é um tempo no qual uma mulher deve cultivar as virtudes que pertencem a uma mulher de Deus, para assim poder oferecer ao seu futuro marido e ao mundo algo mais do que apenas um rosto bonito.

Lembre-se no seu celibato que você não é a única solteira, mas seu futuro marido está passando pelo mesmo estágio que você. Não seria terrível finalmente conhecer o homem que irá se tornar seu marido só para descobrir que ele usou seu próprio celibato para servir a Deus e preparar-se para ser um marido melhor para você, enquanto que você não usou a liberdade de seu celibato para servir ao Senhor, nem tirou vantagem alguma do treinamento que Deus lhe ofereceu? Também não seria terrível perceber que seu marido passou seus dias como homem solteiro orando diariamente pelas suas necessidades e pela obra de Deus na sua vida, enquanto você sequer orou por ele, nem respondeu à graça de Deus que lhe foi dada como um resultado das orações dele?

É algo maravilhoso quando Deus abençoa a uma mulher com um marido. Aquele alguém especial é “simplesmente perfeito” para ela ao que foi, de forma cuidadosa e pensativa, desenhado por Deus para ser um em união com ela. É tamanho o prazer para a mulher olhar para trás e lembrar como Deus a capacitou para esperar n’Ele e que Ele foi fiel em abençoá-la. É ainda maior o prazer para ela saber que seu tempo como uma mulher solteira foi também um tempo de buscar a Deus e ser fiel a Ele em seu propósito. Que não quis nem por um momento fugir daquele estado, mas desejou apenas confiar em Deus e esperar em sua graciosa soberania.

De nenhuma maneira é uma tragédia ser uma mulher cristã solteira, mas o caminho do mundo mais uma vez se infiltrou na Cristandade com a falsa idéia de que é. Uma das maiores mentiras é que se você não “tem alguém” ou não está “procurando alguém”, há algo de errado com você. Outra mentira é que a mulher solteira deveria estar namorando por aí como se procurar um marido fosse como fazer compras num shopping. Uma mentira ainda mais forte é que a mulher solteira deveria estar dando seu carinho indiscriminadamente para que se torne “mais experiente” e saiba como fazer quando finalmente encontrar o homem de sua escolha. Minha cara cristã, é uma mentira e uma afronta a Deus dizer que a experiência é a melhor professora, e apesar do lema do mundo ser “vivendo e aprendendo”, o conselho da Bíblia é “aprendendo e vivendo”. Você não precisa ter experiência, você só precisa ser conhecedora do que Deus disse e obediente a isso. Você não deveria estar procurando pelo homem de sua escolha, mas deveria estar esperando pelo homem da escolha de Deus. E quando ele vier, não serão experiências passadas que farão seu casamento funcionar, mas a castidade passada, pureza e santidade. Deveríamos esconder nossos rostos dos caminhos e experiências desse mundo perverso e buscar apenas aquilo que Deus colocou no caminho que Ele preparou para nós.

Deus sabe exatamente o que você precisa e até mesmo sabe os desejos de seu coração melhor do que você mesma. Deus ama surpresas. Ele não quer que você procure por seu marido. Ele quer trazê-lo até você, e provavelmente quando você menos esperar. Se você desobedece a esse conselho, como tantas outras mulheres antes de você, e passa a procurar por si mesma um parceiro, você pode encontrar alguém, mas as chances são de o alguém que você encontrar, não ser o certo.

Como mulheres, nossa natureza deseja a companhia e o companheirismo de um homem. Isso vem de Deus e, portanto é bom. Mas ao mesmo tempo, estamos erradas em pensar que a morte será o resultado se essa necessidade não for suprida. Necessitar de outro como companheiro não é como a necessidade de respirar. Ou seja, você pode sobreviver sem um companheiro pelo menos até que Deus tenha feito sua perfeita obra em você. Lembre-se das Escrituras: “Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além de vossas forças.” 1 Coríntios 10:13

Descobri que há duas razões primárias do porque alguém precisa “desesperadamente” de outra pessoa. Em primeiro lugar, é porque não conhecem a Deus como deveriam. Deus não é o Deus de todo o conforto? Cristo não é o Senhor exaltado que completa tudo em todo lugar? Então porque reclamamos sobre quão vazias e sozinhas nos sentimos? Não pode ser que Deus aumente nosso tempo de celibato para que possamos encontrar vida n’Ele e aprendamos a ser completas n’Ele? Se buscamos nos casar porque sentimos que um marido irá satisfazer nossas vidas ou irá de alguma forma nos fazer completas, seremos severamente desapontadas em nosso casamento. Nenhum homem, não importa o quão parecido com Cristo, poderia de alguma forma tomar o lugar de Deus em nossas vidas, e pensar tal coisa é pura idolatria. Se não somos satisfeitas por Deus agora e completas em Cristo no presente, então nem sequer um casamento feito nos céus será capaz de mudar nosso vazio.

A segunda razão para a desesperada necessidade de alguém em nossas vidas é o pleno egoísmo. Quando precisamos de alguém para que nos sintamos amadas, ou quando precisamos de alguém para que nossos sentimentos de solidão sejam dissipados, então estamos querendo o casamento pelas razões erradas. O matrimônio não deveria ser encarado como uma oportunidade de ter nossas necessidades conhecidas, mas de conhecer as necessidades de outro. Se não aprendemos a levar nossas necessidades a Deus, então provavelmente vamos oprimir nossos maridos com nossas próprias necessidades e sequer ter conhecimento das dele. Conheci cristãs que desperdiçaram seus dias consumidas com suas próprias necessidades e constantemente lamentando sobre o motivo de Deus não ter trazido alguém em sua vida. Mas por que Deus deveria confiar um homem de Deus a uma mulher que está absorvida em si mesma e suas próprias necessidades, e não usa a liberdade de seu celibato para servir a Deus e preparar-se para os propósitos d’Ele? Tal mulher teria pouco para oferecer a um homem de Deus!

Minha querida amiga, ser solteira, assim como ser casada, deveria ser considerado um momento muito especial e desfrutável na providência de Deus. Não deveria ser considerada uma mera circunstância ou maldição da qual deva tentar desesperadamente fugir. Ser solteira é um tempo para aprender sobre Deus e sobre nós mesmas, um tempo para descobrir quem nós somos em Cristo, e como crescer na “aparência de Cristo”. É um tempo para ser zelosa por boas obras e envolvida em ministrar para outros. Ser solteira tem uma magia própria que deve ser aproveitada, pois uma vez passado, não deve nunca mais retornar. Não há nada tão triste quanto uma mulher já casada que se arrepende por não ter feito o suficiente com sua vida enquanto era solteira. Tudo foi perdido pelo intento de se apressar em casar sem consideração pelo plano ou pela obra de Deus.

Toda fase da vida tem, por si própria, sua beleza e maravilha. Minha oração para todas as cristãs solteiras é que elas possam aproveitar seu tempo apesar das mentiras do mundo. Que elas possam ser exigentes e não ajustadas por nada menos que a perfeita vontade de Deus. Que elas possam esperar pacientemente em Deus que é o provedor de todo bom e perfeito presente. Que elas possam ser como Ester, usando qualquer tempo que Deus julgue necessário para torná-las lindas por dentro e por fora.

Charo e Paul Washer 

Soli Deo Gloria. – Esse artigo foi publicado originalmente no Heart Cry.

MAIS UM ANO SE VAI… A TRANSITORIEDADE DAS COISAS E O ANSEIO PELO ETERNO

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A maioria dos cristãos não tem muita disposição para meditar no livro de Eclesiastes, conhecemos alguns poucos versículos e nada mais. Isso talvez se deva ao tom deprimente com que boa parte da mensagem é apresentada, pois esse livro nos chama as realidades das quais nós preferimos não pensar, como a morte, por exemplo. Mas é verdade também que não estamos familiarizados com o estilo da poesia oriental antiga e as características idiomáticas do livro dificultam a tradução tendo algumas palavras que apresentam pra nós apenas um aspecto do que os termos hebraicos significam em sua inteireza, é claro que isso não compromete a mensagem do livro, apenas exige de nós mais dedicação para entendermos a semântica das palavras no hebraico, ou seja, o que essas expressões significavam para os hebreus do tempo em que o livro foi escrito e não para nós ocidentais do século XXI. Uma dessas palavras é “havel”, que perpassa todo o livro e na maioria das nossas traduções o termo equivalente é “vaidade”, mas literalmente significa “vapor”, como uma densa fumaça que se dissipa traz a ideia de brevidade de tempo, algo que não possui importância real. Embora na língua portuguesa possua ideia semelhante, pois a palavra vaidade provém do latim “vanitas” que expressa o sentido básico de “em vão”, o senso-comum limita o termo a preocupação estética.
O pregador de Eclesiastes tem por objetivo descobrir qual o propósito da vida debaixo do sol e o que de fato pode conceder aos homens a satisfação plena. Ele investiga as mais diversas ocupações humanas buscando descobrir se existe na terra alguma coisa que tenha valor duradouro, mas depois de esquadrinhar tudo o que o mundo pode oferecer ao homem ele conclui que tudo é “vaidade de vaidades!” (havel havalim), a repetição das palavras é a forma do hebraico trabalhar o superlativo, assim nesse refrão ele insiste em dizer que a vida depois da queda debaixo do sol é extremamente vazia, inútil, inquieta e frustrante. É claro que ele está analisando a existência humana a partir de um processo “autônomo” onde a vida acontece sem o referencial Divino. O pregador se lança nos mais diversos caminhos buscando encontrar o real significado da sua existência, provou a alegria, os prazeres do vinho, as festas, construiu casas, plantou vinhas, foi um bem sucedido empreendedor, amontoou riquezas, foi servido por muitos, provou os encantos da musica e da culinária, teve muitas mulheres, um nome poderoso e respeitável, teve tudo o que seus olhos desejaram e não privou o coração de alegria alguma, no entanto, depois de ter vivido tudo isso ele conclui que é como “correr atrás do vento”.
Todo ser humano vive nessa busca frustrante em descobrir o real propósito da sua existência, tentando encontrar na própria criação a satisfação plena, se apegando as coisas transitórias e assim buscando preencher o seu coração, mas veja o que diz Eclesiastes 3.11b: “Deus… pôs a eternidade no coração do homem”. Enquanto nos desgastamos pelo o que é efêmero, somente o que é eterno pode nos satisfazer plenamente. Existem necessidades em nosso coração de um tipo que as coisas desta vida podem atender temporariamente, mas jamais de forma profunda e eterna, Deus ao colocar a eternidade no coração dos homens cria um lugar no centro do nosso ser para Ele, e somente Ele, habitar de modo que toda tentativa de se buscar uma vida a parti disso é “tudo vaidade”, não faz sentido e não há satisfação plena. Em Eclesiastes vemos caminho após caminho, todos sendo incansavelmente explorados até chegar ao ponto do nada porque no final, apenas um caminho ficará, depois de todas as tentativas de se encontrar o significado real da existência humana o pregador diz que a única coisa que importa nesta vida é isso: “temer a Deus e guardar os seus mandamentos” (ecl 12.13). Estamos no final de mais um ano e quantos de nós podemos dizer que conseguimos aproveitar bem o tempo que Deus nos deu? De tudo o que nos desgastamos para alcançar o que de fato tem importância real? Quantos de nós não estamos correndo atrás do vento? Toda atividade humana que não tem por finalidade engrandecer o Admirável e Santo Nome de Deus é vaidade, é vapor, logo se dissipará não ficando nada em nossas mãos e nem em nosso coração nos levando a continuar em todos esses caminhos frustrantes que o pregador de Eclesiastes percorreu, para concluirmos que não valeu a pena todo o tempo empenhado em coisas que no final serão reduzidas a cinzas, porque esse mundo já foi julgado e esta com seus dias contados, mas ainda assim insistimos em colocar nossas mais profundas afeições em coisas passageiras que não podem nos dá o que o ansiamos: A felicidade. Ainda que nessa vida tenhamos tristezas o caminhar lado a lado com o Senhor em uma profunda e doce comunhão nos concedi a felicidade que dez milhões de mundos com todos os seus encantos não poderiam nos proporcionar. Conhecer a Deus, ama-lo e obedecê-lo é a única coisa que realmente importa e o propósito para o qual fomos criados e é também a única coisa que nos satisfaz.
É costume no final de cada ano as pessoas avaliarem o ano que está findando e fazerem planos para o próximo, que tal nesse momento de reflexão colocar Deus como prioridade em tudo o esperamos para 2015? Todos aqueles sonhos que temos de casamento, novo emprego, cursos que desejamos iniciar, ter filhos, comprar um imóvel, ampliar os negócios e tantos outros, podemos aproveitar esse momento de reflexão e colocar Deus no centro de todos esses projetos e nos esforça para que Ele possa ser visto em tudo o que venhamos a fazer porque a parti de Deus todos os empreendimentos dessa vida são reduzidos à tônica angustiante do pregador: “vaidade de vaidades! tudo é vaidade.

Que 2015 seja cheio da graça santificadora de Deus sobre nossas vidas!

Sonaly Soares
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“Rostos Bonitos Valem Mais?” por Bethany Baird

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Eu olhei para o cartão e coloquei-o na minha carteira. Uma recrutadora de uma agência de modelos local estava tentando me convencer a seguir uma carreira na indústria. Eu sorri para a mulher e disse: “Vou pensar sobre isso”, então me afastei.

Eu tinha dezessete ou dezoito anos nessa época. Não estava interessada em uma carreira de modelo, porque naquele tempo o basquete e os esportes governavam o meu tempo. Eu era uma garota do atletismo e não um modelo fashion.

Eu não pensei novamente em modelagem até me formar no ensino médio.

Eu comecei a ficar curiosa e, com a aprovação cautelosa dos meus pais, decidi enviar algumas fotos a uma das agências que já havia me dado um cartão.

Recebi de volta uma rápida resposta solicitando a marcação de uma entrevista o mais rápido possível. “Eba! Eles gostam das minhas fotos. Eles devem me achar bonita.” Pensei comigo mesma. Eu marquei o encontro e, antes que percebesse, me encontrava sentada em frente ao dono da empresa.

O dono rapidamente me explicou como é raro conseguir uma entrevista particular. Disse que eles normalmente enviam todas para um ensaio de modelos, mas estavam fazendo uma exceção especial para mim.

Sua atitude não me pareceu boa. Ele me fez sentir como se tivesse que ser grata até pela oportunidade de ser considerada. Eu estava perdendo o interesse rapidamente.

Vamos apenas dizer que a entrevista foi por água abaixo a partir desse ponto.

Deixei seu escritório com a confirmação em minha mente de que eu nunca quis seguir uma carreira de modelo. Decidi que gostava de comer, gostava de me manter vestida e não desejava ser tratada como um objeto.

Olhando para trás, sou muito grata por meus pais terem me aconselhado contra essa ideia e me incentivado a seguir um caminho diferente. Você pode ler um pouco mais sobre onde Deus direcionou meu caminho na página “Quem Somos Nós” (Meet Us) do nosso site “Girl Defined”.

Rostos bonitos valem mais?

Foi na época da entrevista de modelos que eu comecei seriamente a me fazer esta pergunta: “Rostos bonitos valem mais?”.  No meu coração eu sabia o que a Bíblia diz sobre a beleza, como ela passa com o tempo, como Deus olha para o coração etc. etc. etc., mas eu estava sentindo as pressões da cultura. Eu estava sendo alimentada com uma mensagem diferente toda vez que colocava o pé para fora da porta.

Por um lado eu tinha a Bíblia e, por outro lado, eu tinha as mensagens sempre intrometidas dos outdoors, das lojas de roupas, lojas de maquiagem, clips de música e das celebridades de Hollywood, me dizendo que “rostos bonitos” são mais valiosos. Eles chamam a atenção, eles ganham os rapazes, eles ganham os olhares e os comentários… Portanto, eles devem ser mais valiosos.

O que eu aprendi

Quero compartilhar com vocês meus pensamentos atuais sobre essa questão: “rostos bonitos valem mais?” Minha esperança é que você possa aprender a reconhecer as mentiras, optar por rejeitá-las, e, em seguida, compreender e crer na verdade.

Quero compartilhar com você a maior mentira que nós, como mulheres jovens, acreditam e eu quero compartilhar com vocês a verdade que pode realmente nos libertar!

Mentira – Seu valor é baseado em sua beleza e em suas realizações.

Infelizmente esta é a mentira que estão alimentando várias e várias vezes. Estamos sendo informadas de que o nosso valor e tudo que vale a pena vem de nós mesmas. Temos de estar à altura dos padrões dos outros a fim de sermos úteis e felizes. Errado!

Eu adoro esta citação por Gwen Smith, que diz:

“Algumas garotas encontram identidade e valor em suas habilidades atléticas – mas o que acontece quando elas as perdem? Uma garota pode encontrar sua identidade em ter um namorado, mas o que acontece quando eles terminam? Consegue ver onde estou querendo chegar? Nenhuma dessas coisas são permanentes. Elas simplesmente não são confiáveis. A nossa identidade não é encontrada no que fazemos ou com quem estamos. É encontrada em Cristo é e no que Ele já fez por nós”.

Ela acertou em cheio!

Nossa fonte de valor não pode vir de dentro de nós porque não vai permanecer. E quando se esgotar, desaparecer, romper? Será que o nosso valor vai diminui com isso? Isto só faz sentido se o nosso valor vem de algo externo a nós mesmas. Isso nos leva à verdade.

Verdade – Seu valor não tem nada a ver com você e tudo a ver com Deus.

Jesus Cristo é a melhor notícia para nós, mulheres jovens. Ele nos ajuda a ver o que somos sem Ele (pecadoras em nosso caminho para o Inferno) e o que somos com Ele (salvas pela graça de Deus). Ele nos dá a resposta sobre nosso valor e nos dá o Seu valor, que não se desvanece com o tempo ou talento.

Ele nos dá o SEU valor

“O que eu sei é o seguinte: por causa de Jesus Cristo, eu sou uma mulher do mais alto valor. Não por causa de qualquer outra coisa. Eu sou uma garota cheia de graça. Não serei perfeita por um longo tempo. Eu venho sendo mudada pelo amor incondicional de Deus e restaurada à beleza perfeita através do sangue derramado de Jesus. Por causa do amor, nós somos Suas filhas, preciosas à Sua vista. À luz disto, precisamos deixar de lado sentimentos que diminuem nosso valor, e abraçar a nossa própria identidade: Filhas do Rei dos Reis” -Gwen Smith.

Compreender esta verdade mudou completamente a minha vida. Eu não tenho que estar à altura de determinado homem ou dos padrões de beleza femininos. Eu não preciso ser tão bonita como uma supermodelo para ter valor. Eu não tenho de ter a pele perfeita de uma garota da capa de revista. Meu valor não é baseado em qualquer coisa que eu possa fazer. É baseado em quem é Jesus e o que Ele já fez por mim.

Agora que está liberta!

A próxima vez que você se perguntar: “rostos bonitos valem mais?” Lembre-se dessa verdade simples: Seu valor não tem nada a ver com você e tudo a ver com Deus.

Esta simples frase tem o poder de mudar completamente o rumo da sua vida. Ela mudou completamente minha.

Pense nisso…

Você já comprou a mentira de que o seu valor é baseado em sua beleza e nas suas realizações?

Por que você se sente pressionada a se sentir à altura?

Como você pode aplicar esta verdade à sua vida: “Seu valor não tem nada a ver com você e tudo a ver com Deus”?
Se você realmente acredita nisso e vive assim, como isso muda a sua vida?

Extraído de: http://www.mulherespiedosas.com.br/rostos-bonitos-valem-mais-por-bethany-baird/ . Este post é uma tradução de um artigo de Bethany Braid publicado originalmente no Blog “Girl Defined”.

UMA REVOLUÇÃO FEMININA

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”É mais preciosa do que rubis; nada do que você possa desejar se compara a ela. ”(Provérbios 3:15)

Nos últimos anos, a feminilidade bíblica tem estado presente em muitas das igrejas cristãs na América Latina e nos Estados Unidos. O número de mulheres que tem se dedicado a viver de acordo com o projeto de Deus que os criou tem tido um aumento considerável. Nossa resposta tem sido amém ao chamado para viver a nossa feminilidade de uma forma bíblica. Mas, com essa mesma intensidade nós carregamos uma longa lista de “a fazer” para alcançar nosso objetivo.

Seguir uma carreira na faculdade, trabalhar fora de casa, procurar ajuda para seus filhos ou deixar a sua carreira para se dedicar a sua casa em tempo integral são decisões específicas que você não vai encontrar na Bíblia. O que você achou são princípios que transcendem a cultura, preferências ou gerações, que variam em sua aplicação. O desígnio de Deus é o mesmo para todas as mulheres, mas cada mulher é diferente, cada família é única, e como implementar esse projeto pode variar em cada caso particular. Deus deu diferentes dons para cada mulher para poder ser usado para exibir sua imagem e ser de ajuda para sua família e da igreja. Alegramo-nos com a diversidade e ver a multiforme graça de Deus.

As vezes me pergunto como as mulheres podem querer fugir dessa bela carreira de mãe, esposa, auxiliadora, um chamado que nasce em nós, algo tão natural. Eu não me oponho a mulher trabalhar, estudar, inclusive eu faço faculdade e tenho meus anseios por exercer determinadas profissões na minha área, eu me oponho a mulher não saber ser mulher, a não exercer a sua feminilidade, a não aproveitar o bom de ser mãe, esposa, a tratar como um grande fardo, essa que é a sua vocação, a sua profissão por excelência, eu fico bastante feliz quando ouço minha tia responder a alguém quando é questionada sobre sua profissão, ela diz, SOU MÃE, SOU ESPOSA, ela tem graduação, e poderia trabalhar, e ate mesmo estudar novamente, mas ela seguiu a sua profissão primaria.

Apesar de considerar o crescimento do feminismo moderno, comecei a me perguntar o que aconteceria hoje, se apenas um pequeno número de mulheres dedicadas começassem a orar e crer em Deus para uma revolução diferente, contra-revolução dentro do mundo evangélico. E se houvesse um “remanescente” das mulheres que estavam dispostas a voltar para a autoridade da Palavra de Deus, para abraçar as prioridades e propósito de Deus para suas vidas, e experimentar a beleza e a maravilha da feminilidade como Deus a criou? Diferente da maioria das revoluções, essa não nos obriga a marchar nas ruas ou a enviar cartas para o Congresso ou nos reunirmos a uma organização a mais. Nós não somos obrigadas a sair de nossas casas, de fato, para muitas mulheres, é um chamado para voltar para suas casas. Exige apenas que nós possamos aprender, afirmar e viver o padrão bíblico de feminilidade, e para ensinar os caminhos de Deus para a próxima geração. É uma revolução acontecendo em nossos joelhos. Quero convidá-las a fazer parte desta revolução, não lutaremos com armas de raiva, descontentamento, revolta e ressentimento, mas com humildade, obediência, amor e oração, crendo nas mudanças no tempo de Deus. Ele produzirá a mais profunda ordem e maior do que qualquer uma das grandes Politicas Sociais que tem realizado mudanças nessa geração.

Soli Deo Gloria

Rebeka França

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